Eu poderia te jogar na cara todas as promessas que me fez e não ousou em cumprir nenhuma delas, assim como poderia te lembrar de que só você tem a formula de me fazer bem, de se sentir segura e suficiente, de se sentir uma pessoa melhor do que realmente sou. Você sabe, eu sei e todo mundo também sabe, do quanto você me faz mal, é como se você me ajudasse a construir um castelo de areia e logo em seguida jogasse um balde d’agua nele, água gelada. Você me alimenta de esperanças, me faz idealizar tanta coisa, mas depois acaba com tudo isto, e por conta disso e tantas outras coisas, posso dizer que você é um dos piores tipos de cafajestes que existem, porque você me alimenta e depois me deixa desnutrida. Eu estou cansada dessa mesmice, cansada de tanto falar, escrever, gritar e não ter resultado algum, como se falasse para o vento e ele carregasse minhas palavras pra bem longe, longe de você. Poderia continuar insistindo, mas não tem como, não enquanto continuar existindo incertezas da sua parte. Talvez seja o melhor pra nós, ou melhor, pra você. Eu desisto. Desisto de você. Desisto de mim. E acima de tudo, desisto de nós. É um ato que não pode ser julgado, e muito menos ser usado para concluir que não existe amor, pois existe, infelizmente. Amar não é sinônimo de ficar junto e de continuar lutando pela tal pessoa, de necessitar ficar por perto, às vezes o maior ato de amor é o de desistir, de deixar o caminho livre, tirar o peso das costas, de desejar a felicidade do amado, mesmo que você tenha que ser excluída da história, e principalmente, desejar a própria felicidade.

Camila Cardoso.  (via sustentadora)

Mas meu amor, se me perguntassem à quem eu entregaria o meu coração, responderia que ele já pertence à você.

How long will I love you?   (via romanteios)

Corri atrás, te procurei e quis saber de você. Agora chega. Não te procuro mais, nem corro atrás. Te deixo livre para sentir minha falta, se é que faço falta… Tens meu número, na verdade, meu coração, então se sentir vontade de falar comigo ou me ver, me procura você.

Caio Fernando Abreu. (via romanteios)

Nós erramos, no começo, meio e fim. Não tínhamos solução, motivo, caminho. Mas eu sentia uma saudade absurda de escutar tua voz, isso me incomodava, afinal, eu não me controlava e corria para te contar. Você, com sua maneira de “tô nem ai” me fodia, cara, me destruía completamente. Mas por qual motivo eu insistiria naquela história que nunca existiu? Naquele amor que nunca nasceu? Naquele cheiro que nunca inalou? Talvez pelo fato de todos os dias eu escutar aquela mesma história: “você nunca faz nada certo”, e realmente, nunca faço mesmo, mas eu achei que dessa vez eu poderia fazer. Mas não fiz. Criei algo em cima da realidade, sustentei a ilusão. Caí na real, e doeu. E mesmo assim, ainda sinto saudade. Mas até que pra algo você me serviu, com você eu aprendi uma lição, demorei, mas aprendi. Aprendi que não adianta insistir em algo ou alguém, se os dois não insistem juntos nisso, não adianta gritar para o mundo todo que eu te quero, se você não consegue enxergar isso. Não vale a pena. É perca de tempo.

Camila Cardoso e Paixão (via sustentadora)